
Este ano Lisboa, Óbidos, Leiria, Aveiro, Porto e Figueira da foz, foram palco de um grande evento, a nível nacional. Ao qual participaram quatro associações, A Juve Media, a Intercultura Portugal e a Associação de Escoteiros de Portugal.

O objectivo do Expresso das Nações foi o diáogo intercultural entre os 120 jovens, dos 14 aos 17 anos e de diferentes culturas e nacionalidades.
Foi uma actividade de 6 dias em que três noites foram passadas num comboio que viajava de uma cidade para outra durante a noite, e as outras três em diferentes pavilhões desportivos.

Nas estadias das diferentes cidades visitámos museus, podia ter sido aborrecido, mas foi muito importante para alguns, pois como já tinha referido, foi a troca de cultura. Fizemos alguns jogos organizados pelos monitores e pedipapers organizados pelas câmaras municipais.
Houve festa em alguns locais, como em Leiria, numa escola secundária, em que se ouviu música pimba e kizomba, mas a malta abanou bem o capacete; no Porto, deu-se um arraial organizado de propósito para o Expresso, apareceram alguns grupos de escoteiros, em que os fiquei a conhecer.
Na Figueira da Foz, na noite anterior à partida de veleiro, houve "Rave Party" até à meia-noite e meia, não pode ter sido até mais tarde, pois o veleiro tinha de ser apanhado às 5h da manhã e por isso tinhamos de acordar às 4h.

No último dia, o Expresso voltou de veleiro, foram 16 horas de abanos para cima e baixo e de "inclinanços" para a esquerda e para a direita. Para alguns a viagem foi engraçada, para outros foi um inferno, sim porque sem exageros quase metade do pessoal não aguentou e teve de ir para a borda do barco aliviar-se do seu enjoo. Felizmente para os escoteiros, quase todos safaram-se, dos 10 apenas 1 não escapou.
E para mostrar a alegria escotista até se cantou uma música cheio de humor:
"São Gregório...São Gragório já cá está;
São Gregório...São Gragório veio para ficar;
São Gregório...São Gragório é bom amigo mas a mim não me vai afectar!"
Acabando com algumas risadas no final.
A nível escotista, a AEP, foi representada por 10 membros de alguns grupos, é o caso da Catarina e do Daniel do 23 de Queluz, pelo Tiago e o Ricardo do 43 de Lessa da Palmeira (Porto), a Vera do 122 Mira Sintra, Nuno do 166 de Monte Negro (Faro), a Soraia do Grupo 74 de Góis, o Ruben e o Marco do grupo 215 de São Marcos (Cacém) e a Cátia do 197 de Quelfes (Faro) e por mim, Daniel Santos do grupo 7 de Lisboa.
Penso que esta actividade a nível escotista foi muito enriquecedora pois troquei muita informação, desde a maneira como cada grupo enrolava os seus lenços a mística das tribos sénior dos diferentes grupos do Expresso das Nações.
Vejam mais!
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